sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Eis o motivo da falta de atualização do blog...

Revista Menu de cara nova

Publicação da Editora 3, com novo logo, passa a ter lombada quadrada e maior alcance de olho em novos leitores

Renato Pezzotti

28/02 - 17:47

A equipe da Menu, que está de cara nova

A Menu, publicação da Editora 3 especializada em gastronomia, comemora seus dez anos de vida com cara nova. Com logotipia reformulada, a revista passa a ter mais páginas e lombada quadrada na busca de mais leitores. "Agora teremos como proposta apresentar uma revista que entre no mundo da gastronomia, com grandes matérias que também disponibilizem receitas para nossos leitores", explica Suzana Barelli, diretora de redação da publicação.

A edição de março já está no novo formato. Segundo José Bello, diretor nacional de publicidade da editora, "a mudança é estratégica para ampliar o alcance da publicação". A revista, que de acordo com dados do IVC de novembro de 2007 conta com cerca de 26 mil assinantes, terá no próximo mês uma estrutura de 82 páginas, sendo 20 páginas destas de publicidade.

Suzana - que foi, nos últimos quatro anos, da concorrente Prazeres da Mesa, de onde saiu como redatora-chefe - ainda conta que a revista pretende se firmar como uma publicação que 'forme opinião'. Para isso, contará ainda com seções fixas, como Notícias, Produtos Orgânicos e Etiqueta, além de oferecer duas novidades aos leitores. A primeira será o selo 'Menu Brasil', com matérias focadas em produtos nacionais. Já 'Romeu e Julieta' mostrará as visitas de um casal a restaurantes para mostrar suas impressões sobre a qualidade do que vai à mesa.

"A revista passa a alcançar novos leitores, que buscam mais serviços. Além disso, a lombada quadrada leva glamour à publicação, que poderá ser colecionada de forma mais fácil pelos leitores e assinantes", finaliza a diretora de redação.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Na balada


Para quem acha ruim ficar na fila pra entrar na balada, que tal esperar 20 min num frio de -10ºC? Deliciiiiiiiinhaaaaa!

Mas todo frio e dedos dormentes sao esquecidos assim que botamos os pes no Circa, uma casa bem bacana na Toronto's Entertainement District. O lugar tem 3 andares (ate onde eu contei) e 3 pistas diferentes: uma principal (com DJs convidados), uma que toca hip hop eletronico (meio bizarro) e outra ala gay (a mais animada, sempre). Todos os tipos estao presentes: homo, hetero, clubbers, patricinhas... O ambiente eh bem moderno, com decoracao inusitada: um Bathroom Bar, um Cube VIP (sala envidracada com vista pra pista principal com sofas, TV de plasma e capacidade para 10 pessoas), um bar com objetos da Kidrobot (ate da pra comprar uns mimos), entre outras excentricidades (estou esperando as fotos do celular de namo par ilustrar melhor o post).

Assim que chegamos, Alison e eu fomos direto ao bar. Uma Smirnoff Ice foi um bom comeco pra mim, ja que tinhamos feito um pre-night - como diria meu irmao - na casa dela com muita batida de coco. Estavamos na pista principal e eis que comeca uma chuva de bolas inflaveis. Sim, uma chuva interminavel, ja que os presentes nao paravam de bombardear uns aos outros com as redondas. O episodio foi idiota, mas nao deixou de ser divertido.

Mal havia terminado minha bebida e Alison ja estava em busca de mais alcool. Tudo bem, la fui eu novamente. Vodca e club soda foi a minha pedida. Eis que estava nos ultimos goles e Alison resolve pedir mais um drinque. "Pqp, que ritmo eh esse?", logo pensei. Eu gosto de beber, mas nao queria ficar bebada tao rapidamente. Recusei o novo convite de Alison e deixei para beber mais tarde.

Eis minha ingenuidade... la pelas 2h30 da madruga fui me reabastecer no bar. Logo que fiz o pedido, naquela barulheira, a garconete me mostra uma lata de Red Bull e uma garrafa d'agua. "Porra, eu pedi uma vodca!". Repeti o gor'o solicitado e mais uma vez ela me mostrou as 2 bebidas. Ja estava quase mandando aquela p. praquele lugar ate que me avisaram: ninguem mais vende bebida alcoolica depois das 2!!! Tive de me contentar com a agua mesmo, ja que nem posso tocar em Red Bull (taquicardia na certa!).

Juro que nao acreditava que naquele lugar sensacional, com musica mto bacana nos 3 ambientes - a pista gay era a melhor, o povo eh bem mais animado e sempre eh legal ver umas mulheres se beijando e uns homens se esfregando - eu fiquei sem uma gota a mais de alcool pra completar minha felicidade. Alison sabia o que estava fazendo...

Ainda nao tenho fotos, mas da pra ter uma ideia no link a seguir:
http://www.bizbash.com/toronto/content/editorial/e9028.php

O site da balada ainda esta incompleto: http://circatoronto.com/home.html

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Algo a se pensar


Estava conversando com minha tia e estranhei o fato do leite ser vendido ainda em saquinhos. Ela me disse que ha alguns anos tentaram implantar o leite longa vida, mas nao deu certo em terras canadenses. "Para que termos leite em caixinha, com mais conservantes, se podemos ter a versao natural? O que nao falta por aqui 'e vaca".
Bem, tia, no Brasil tambem nao falta vaca (em todos os sentidos), mas realmente eh quase impossivel achar leite no saquinho...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

China em TO

Sei que estou muito atrasada nas minhas atualizacoes, mas prometi que nao deixaria pra mais tarde minha ida a um restaurante chines em Toronto.


Namo estava contando que a China Town daqui, que fica na Spadina Ave., nao conta com uma comida sofisticada - os restaurantes continuam servindo a comida que trouxeram de seu pais natal, ha mais de 50 anos. Entao, para encontrar uma cozinha chinesa mais "atualizada", fomos a Richmond Hill, cidadezinha a nordeste de Toronto - demora uns 30 min de carro. Alison, nossa amiga chinesa, nos explicou que seus compatriotas comecaram a ocupar a cidade por pura supersticao: como tem o "rich" no nome, decidiram que seria um lugar prospero para morar. E por la se instalaram.


Alison nos levou ao restaurante Big Mouth Kee (280 West Beaver Creek Road, units L13, L15 - tel. 905 - 8818821), com comida tipica de Hong Kong, de amplo salao e um grande aquario no fundo, onde residiam nossos futuros peixes e frutos do mar. Cardapio em ingles? At'e que tinha. Mas e os "specials" do dia? So para quem fala a lingua. Estavam pendurados em varais ao longo do salao e so dava para reconhecer o preco. Seria ate que engracado escolher um prato no chute. Mas por sorte nossa amiga Alison 'e fluente em mandarim e nos ajudou muito na hora de escolher os pratos.

Nosso jantar foi de alto nivel: um caraguejo gigante cozido com gengibre e cebolinha deu para n'os tres e ainda sobrou! A carne estava suculenta, macia, no ponto. O gengibre deu uma quebrada no adocicado da carne, estava delicioso. Outro prato solicitado foi um cozido com tofu, carne de porco, pedacos de peixe (black fish), cogumelos japoneses e bok choy. Apesar da carne de porco estar um pouco ressecada, o peixe surpreendeu: levemente empanado e frito antes de entrar no cozido, estava umido por dentro, saindo em lascas, deliciosamente temperado com alho. Alias, muitos dentes de alhos fritos faziam parte do outro prato de acompanhamento, ao lado de folhas de ervilhas (foi o que Alison me explicou, mas ainda estou pesquisando a respeito!). Para acompanhar os pratos, somente cha!


Essa vida no frio e experimentando novas cozinhas ja me rendeu um quilo a mais!






quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Matando a saudade de Arby's



Ca estou no Canada, e sem acentos!

Desde que cheguei por aqui, na segunda, tive refeicoes maravilhosas: comidinha caseira da minha tia com um toque americano (pure de batata com sour cream), um banquete preparado por sogrinha (que merece um post separado) e jantar vietnamita com namo e amigos (minha primeira vez num restaurante tipico desta cozinha).

Depois de tantos pratos ricos e aromaticos, resolvi abrir meu paladar para algo mais simples e, ao mesmo tempo, matar saudades da adolescencia. Destino: shopping center Square 1, praca de alimentacao, Arby's.

Isso mesmo: o velho e bom Arby's. Nao sou muito fa de fast food, mas sinto falta do Arby's. Lembro-me de quando passava tardes no shopping Ibirapuera com minha amiga Sabrina e depois nos deliciavamos com um sanduba de rosbife e molho barbecue.

Hoje o molho de barbecue ficou faltando, mas valeu a pena sentir o gostinho do rosbife bem temperadinho e das batatas curly - crocantes e picantes!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Primeira postagem do ano

"Nothing would be more tiresome than eating and drinking if God had not made them a pleasure as well as a necessity."
Voltaire

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

iPod geladinho


Imagine vc na praia, chupando um picolé e, na hora de dar uma mordida, sente algo duro.

Não cuspa! Não jogue fora! Pode ser um iPod Shuffle!

A partir de 18/12 a Kibon coloca no mercado 10 mil mp3 players dentro do sorvete Fruttare!

Olha o que a modernidade fez com a promoção do palito premiado...

sábado, 15 de dezembro de 2007

Lançamento

Chefinho lança edição anual do guia na próxima segunda (17). Também apresenta pela 1ª vez o Guia Brasil. É pra galera aparecer no Baretto, a partir das 19h, e encher a cara.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

No Fasano de regata

Para os clientes assíduos do restaurante e os em potencial, pode soar estranho o título acima. A situação é inimaginável se recapitularmos as imagens do suntuoso hotel na rua Vittorio Fasano (o nome não é por acaso), freqüentado por endinheirados que costumam bater o nariz no teto (apesar do pé-direito alto) e desfilar a última moda adquirida a preços exorbitantes.

Apague esta imagem. Dirija-se ao Rio. O bairro não é menos chique: Ipanema. A rua muito menos: Vieira Souto. Só que um detalhe faz toda a diferença: o mar.

Era um almoço de sábado, fui bater um rango por lá. Já acostumada a ir a eventos e restaurantes do mesmo porte (não que eu tenha cacife, mas o trabalho me permite), importei-me devidamente com minhas vestimentas. Notei que foi uma preocupação de paulistano. A descontração de carioca é de deixar qualquer um no chinelo. E de regata.

O entra-e-sai de turistas e o despojamento que a praia nos proporciona tornaram até o Fasano, um ícone de formalidade de São Paulo, em um local mais receptível ao clima tropical. Esses novos “ares” até se refletiram no staff que, muito elegante, adotou o branco para harmonizar com o ambiente iluminado pelo sol carioca.

“Mas à noite não é permitido regata, muito menos chinelos”, avisa André, sommelier que pegou a Ponte Aérea e agora indica vinhos (principalmente brancos) à clientela de línguas variadas.

Nosso almoço começou com uma taça de viúva rosé bem geladinha com o couvert simples e na medida certa – pães, manteiga, creme de queijo, entre outros patês. Nossa entrada esbanjou ingredientes sofisticados: vieiras grelhadas em creme de legumes e blinis com caviar uruguaio. Mas eu esperava uma vieira mais gorda – quando se fala de um prato de R$ 150, eu tenho esse direito. Na seqüência, cavaquinha gratinada com purê de funcho. Estava um espetáculo - perfeito o ponto do fruto do mar, purê de aroma delicado. Realmente o chef Luca Guzzoni, ex-Enoteca Pinchiorri, se adaptou bem às panelas cariocas. A refeição foi muito bem acompanhada do vinho Monteriolo Chardonnay 2003, Luigi Coppo (Piemonte, Itália). Aroma amadeirado mas com vigor das notas cítricas, de excelente equilíbrio e frescor. Ótima escolha de André.

Para finalizar, novamente pedi a sugestão do maître e agraciei meu paladar com o delicado suflê de limão siciliano. André nos serviu uma taça de Coteaux Du Layon 2004 – Domaine Baumard (Loire, França). Proporcionou-nos um excelente final de boca e de refeição.

Aproveitamos a ocasião para levarmos um panettone Fasano. Pra continuar com o sabor de Fasano em casa.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Quilo salgado

Quem foi ao Celeiro sabe. O preço do quilo é algo assustador: cerca de R$ 71. Mas como foi eleito várias vezes pela Veja Rio como a melhor salada da capital fluminense, não tive como ignorá-lo. Depois de uma praia básica, me debandei pra rua Dias Ferreira, no Leblon, e coloquei meu nome na lista de espera. Era uma segunda-feira, 13h. E ainda tinha fila (um bom sinal para um restaurante).

Homens de calça social, mulheres emperuadas, esportistas e praieiros como eu completavam o pequeno salão e as calçadas recheadas de mesas. Depois de 15 minutos (e ouvir a conversa da Ana Carolina que estava na minha frente), pude provar a então famosa salada.
Um picadinho com arroz branco dava início ao desfile de pratos. Placas de "orgânico" se acumulavam ao longo de saladas como alfafa, cenourinha caramelizada, abóbora japonesa grelhada, quiabo levemente defumado, tofu, ervilhas frescas, patê de fígado, berinjela levemente adocicada, entre outras sugestões que não couberam no meu prato. A dor veio no final: R$ 34 por um prato de salada. Eis que me lembro: "estou no Celeiro".

A salada veio a calhar, já que estava num ritmo mais saudável. E obviamente não decepcionou, mas não sei se vale o que pesa (com a desculpa do trocadilho).

Mas o que mais incomodou foi olhar todas aquelas sobremesas suculentas que desfilavam acima dos "orgânicos". É muita sacanagem. Eu lá, reduzindo minhas calorias para simplesmente recuperá-las por osmose com o tiramisù, panna cotta, brownie, etc, etc, etc.

Aí fiquei tensa. Se é pra fod., vamos fazer com estilo. Me recusei a comer a sobremesa por lá. Me direcionei até o Aquim e me esbaldei com um cubo de chocolate gigante! hehehe. Estou me dando muito bem com as calorias adquiridas.

No próximo post, falarei do Fasano carioca!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Em recuperação

A festa de sábado foi destruidora. Nunca tomei tanta Grey Goose na vida. O resultado veio no dia seguinte...coisa de iniciante.
Foi uma boa lição para cuidar um pouco do meu fígado, que já assinou a carta de demissão deste corpo há muito tempo.
Sanduíche de queijo com banana e suco de fruta do conde no BB Lanches, água de coco no quiosque do Arpoador depois de caminhada desde a ponta do Leblon, salada variada com frango grelhado no Fellini - quilo respeitável por aqui... assim tem sido minhas refeições desde então. A vida light no Rio até que é agradável.

Mas quem me conhece, sabe que não pararei por aqui. Roberta Sudbrack e Fasano Al Mare que me aguardem!!!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

A ciência em nome do vinho

Da Folha de S.Paulo, 28/11/2007, Caderno Ciência

Teste genético identifica melhor uva para vinhos

Genoma da planta rende primeiras ferramentas

RICARDO BONALUME NETO
DA REPORTAGEM LOCAL

Cientistas dos EUA e da Itália identificaram os "genes do amadurecimento" em uvas e criaram um novo método para selecionar frutos. Não só os genes, mas os principais processos bioquímicos envolvidos na maturação, foram decifrados. Isso permitirá que em breve seja possível detectar com mais precisão qual uva, ou qual cultivar, produzirá bons vinhos. Em dois novos estudos na revista "BMC Genomics", os cientistas mostram ferramentas derivadas do genoma da uva (Vitis vinifera), divulgado em agosto.
"O amadurecimento da uva implica em muitos processos biológicos e moleculares. Até agora, é monitorado por meio de métodos triviais que calculam o teor de açúcar, de acidez, que permitem estimar o estado de amadurecimento", disse à Folha o líder do estudo americano, Laurent Deluc, da Universidade de Nevada, em Reno.
Segundo ele, essas técnicas não permitem saber com precisão se o amadurecimento chegou ao auge. Seria preciso ter outros "indicadores" e a expressão (ativação) dos genes pode cumprir esse papel. "Se existir um gene cuja expressão seja muito alta na época da colheita, você pode usá-lo como um bom marcador", diz. A tecnologia de chips de DNA permite saber ao mesmo tempo como se ativam 16 mil genes.
A equipe americana pesquisou sete estágios do desenvolvimento de uvas Cabernet Sauvignon. "A análise identificou um conjunto de genes desconhecidos potencialmente envolvidos em estágios críticos associados ao desenvolvimento da fruta que podem agora ser sujeitados a testes", escreveram os cientistas. Além de descobrir detalhes do funcionamento de genes fundamentais, ligados à fotossíntese ou à resistência a doenças, eles puderam ver outros relacionados à produção de compostos aromáticos e à regulação dos flavonóides, substâncias essenciais para o sabor dos vinhos.
"Os flavonóides são críticos para a estabilidade do vinho através do tempo", diz Deluc. Saber quais genes são importantes para o acúmulo desses compostos pode permitir aos pesquisadores "gerenciar melhor" a uva, ou até criar variedades transgênicas, diz Deluc.
Os estudo italiano, que usou uvas Pinot Noir, achou cerca de 1.400 genes específicos do amadurecimento e viu como sua expressão flutuava de modo semelhante durante o processo em três estações de colheita. Foi possível ver que um grupo menor de genes foi fortemente influenciado por condições climáticas, provando que a boa safra requer uma combinação de uva, solo e clima.
"A produção de vinho ainda pode ser considerada uma arte, mas uma alta qualidade da uva é sempre um pré-requisito para fazer vinhos de alta qualidade." diz Stefania Pilati, uma das autoras do estudo italiano. Deluc vai além. "A produção de vinho deixou de ser uma arte, está se tornando uma ciência com um propósito econômico real."

sábado, 24 de novembro de 2007

As calorias me perseguem

A sexta-feira foi agitada gastronomicamente. Depois de um almoço no A bela Sintra com vinhos portugueses da Casa Ferreirinha (a linha Callabriga), eu e minha amiga e ex-chefinha Cris fomos experimentar o "Melhor Bolo de Chocolate do Mundo". Não sei se é o melhor do mundo, já que não comi todos existentes, mas que era bom, era!

Para tentar amenizar o efeito calórico, hoje (sábado) fui dar uma andada no Parque Ibirapuera. Estava eu, firme e forte nos passos, quando senti um cheiro booommmmm. Meu faro de cão logo detectou: acarajé!
As baianas (com aquela roupa e tudo mais) estavam na porta do Museu Afro Brasil servindo GRATUITAMENTE aquele fumegante e saboroso bolinho frito! Claro que abocanhei um.

Não tem jeito...por mais que queira fugir, as calorias me perseguem!