terça-feira, 18 de dezembro de 2007

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

iPod geladinho


Imagine vc na praia, chupando um picolé e, na hora de dar uma mordida, sente algo duro.

Não cuspa! Não jogue fora! Pode ser um iPod Shuffle!

A partir de 18/12 a Kibon coloca no mercado 10 mil mp3 players dentro do sorvete Fruttare!

Olha o que a modernidade fez com a promoção do palito premiado...

sábado, 15 de dezembro de 2007

Lançamento

Chefinho lança edição anual do guia na próxima segunda (17). Também apresenta pela 1ª vez o Guia Brasil. É pra galera aparecer no Baretto, a partir das 19h, e encher a cara.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

No Fasano de regata

Para os clientes assíduos do restaurante e os em potencial, pode soar estranho o título acima. A situação é inimaginável se recapitularmos as imagens do suntuoso hotel na rua Vittorio Fasano (o nome não é por acaso), freqüentado por endinheirados que costumam bater o nariz no teto (apesar do pé-direito alto) e desfilar a última moda adquirida a preços exorbitantes.

Apague esta imagem. Dirija-se ao Rio. O bairro não é menos chique: Ipanema. A rua muito menos: Vieira Souto. Só que um detalhe faz toda a diferença: o mar.

Era um almoço de sábado, fui bater um rango por lá. Já acostumada a ir a eventos e restaurantes do mesmo porte (não que eu tenha cacife, mas o trabalho me permite), importei-me devidamente com minhas vestimentas. Notei que foi uma preocupação de paulistano. A descontração de carioca é de deixar qualquer um no chinelo. E de regata.

O entra-e-sai de turistas e o despojamento que a praia nos proporciona tornaram até o Fasano, um ícone de formalidade de São Paulo, em um local mais receptível ao clima tropical. Esses novos “ares” até se refletiram no staff que, muito elegante, adotou o branco para harmonizar com o ambiente iluminado pelo sol carioca.

“Mas à noite não é permitido regata, muito menos chinelos”, avisa André, sommelier que pegou a Ponte Aérea e agora indica vinhos (principalmente brancos) à clientela de línguas variadas.

Nosso almoço começou com uma taça de viúva rosé bem geladinha com o couvert simples e na medida certa – pães, manteiga, creme de queijo, entre outros patês. Nossa entrada esbanjou ingredientes sofisticados: vieiras grelhadas em creme de legumes e blinis com caviar uruguaio. Mas eu esperava uma vieira mais gorda – quando se fala de um prato de R$ 150, eu tenho esse direito. Na seqüência, cavaquinha gratinada com purê de funcho. Estava um espetáculo - perfeito o ponto do fruto do mar, purê de aroma delicado. Realmente o chef Luca Guzzoni, ex-Enoteca Pinchiorri, se adaptou bem às panelas cariocas. A refeição foi muito bem acompanhada do vinho Monteriolo Chardonnay 2003, Luigi Coppo (Piemonte, Itália). Aroma amadeirado mas com vigor das notas cítricas, de excelente equilíbrio e frescor. Ótima escolha de André.

Para finalizar, novamente pedi a sugestão do maître e agraciei meu paladar com o delicado suflê de limão siciliano. André nos serviu uma taça de Coteaux Du Layon 2004 – Domaine Baumard (Loire, França). Proporcionou-nos um excelente final de boca e de refeição.

Aproveitamos a ocasião para levarmos um panettone Fasano. Pra continuar com o sabor de Fasano em casa.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Quilo salgado

Quem foi ao Celeiro sabe. O preço do quilo é algo assustador: cerca de R$ 71. Mas como foi eleito várias vezes pela Veja Rio como a melhor salada da capital fluminense, não tive como ignorá-lo. Depois de uma praia básica, me debandei pra rua Dias Ferreira, no Leblon, e coloquei meu nome na lista de espera. Era uma segunda-feira, 13h. E ainda tinha fila (um bom sinal para um restaurante).

Homens de calça social, mulheres emperuadas, esportistas e praieiros como eu completavam o pequeno salão e as calçadas recheadas de mesas. Depois de 15 minutos (e ouvir a conversa da Ana Carolina que estava na minha frente), pude provar a então famosa salada.
Um picadinho com arroz branco dava início ao desfile de pratos. Placas de "orgânico" se acumulavam ao longo de saladas como alfafa, cenourinha caramelizada, abóbora japonesa grelhada, quiabo levemente defumado, tofu, ervilhas frescas, patê de fígado, berinjela levemente adocicada, entre outras sugestões que não couberam no meu prato. A dor veio no final: R$ 34 por um prato de salada. Eis que me lembro: "estou no Celeiro".

A salada veio a calhar, já que estava num ritmo mais saudável. E obviamente não decepcionou, mas não sei se vale o que pesa (com a desculpa do trocadilho).

Mas o que mais incomodou foi olhar todas aquelas sobremesas suculentas que desfilavam acima dos "orgânicos". É muita sacanagem. Eu lá, reduzindo minhas calorias para simplesmente recuperá-las por osmose com o tiramisù, panna cotta, brownie, etc, etc, etc.

Aí fiquei tensa. Se é pra fod., vamos fazer com estilo. Me recusei a comer a sobremesa por lá. Me direcionei até o Aquim e me esbaldei com um cubo de chocolate gigante! hehehe. Estou me dando muito bem com as calorias adquiridas.

No próximo post, falarei do Fasano carioca!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Em recuperação

A festa de sábado foi destruidora. Nunca tomei tanta Grey Goose na vida. O resultado veio no dia seguinte...coisa de iniciante.
Foi uma boa lição para cuidar um pouco do meu fígado, que já assinou a carta de demissão deste corpo há muito tempo.
Sanduíche de queijo com banana e suco de fruta do conde no BB Lanches, água de coco no quiosque do Arpoador depois de caminhada desde a ponta do Leblon, salada variada com frango grelhado no Fellini - quilo respeitável por aqui... assim tem sido minhas refeições desde então. A vida light no Rio até que é agradável.

Mas quem me conhece, sabe que não pararei por aqui. Roberta Sudbrack e Fasano Al Mare que me aguardem!!!